Quase tudo o que você quer saber está aqui embaixo. O resto pode ir para hi@unfurl.software — uma pessoa de verdade lê em até um dia.
Instalação, permissões, o primeiro link colado e o que observar na barra de menus.
Limpar, pular, pausar, restaurar e entender os números do menu.
Adicionar regras próprias, marcar hosts como intocados e a ordem em que as regras se aplicam.
Ligar o bloqueador, o interruptor por site, um banner que ainda aparece e o que "escondido" significa para o consentimento.
O que o Unfurl vê, onde isso fica e como apagar tudo, se você quiser.
Atalhos do sistema, ações do app Atalhos e frases da Siri.
Quando o ícone fica âmbar, quando um link colado não sai limpo e como mandar um relato de bug útil.
Se algo aqui estiver errado, desatualizado ou não bater com o que você está vendo — por favor, avise a gente. Esta página está sempre em construção.
Instale pela Mac App Store — ou abra a App Store, procure por Unfurl e instale por lá. Depois do download, abra o app pelo Launchpad. Na primeira vez, o macOS vai pedir permissão para ler a área de transferência. Diga que sim — é a única coisa de que o Unfurl precisa.
O ícone então aparece na barra de menus, no canto da tela.
No iPhone e no iPad, instale pela App Store (é a mesma Compra Universal — se você já tem o app do Mac, sai de graça). Abra o Unfurl uma vez para ver os passos de configuração, depois ative a extensão em Ajustes → Apps → Safari → Extensões → Unfurl for Safari e permita que ela funcione nos seus sites. Veja iPhone e iPad mais abaixo.
Uma. Acesso à área de transferência — necessário para examinar as URLs que chegam até ela. O macOS pergunta na primeira vez, você confirma e pronto. O Unfurl não pede automação, acessibilidade, acesso total ao disco nem mais nada. (No macOS 14.0–15.3 o aviso pode se repetir até você escolher Sempre Permitir — veja Solução de problemas.)
No macOS 15.4 ou posterior, você pode revogar o acesso à área de transferência quando quiser em Ajustes do Sistema → Privacidade e Segurança → Área de Transferência.
Sim — Settings → General → Launch at login. O Unfurl usa a API moderna ServiceManagement, da Apple, o que significa nada de plists de LaunchAgent nem processos órfãos em segundo plano. Desmarque a opção e ele sai da inicialização automática na hora.
Copie um link com parâmetros de rastreamento — tente um de uma newsletter ou de uma página de produto da Amazon — e abra o menu do Unfurl na barra de menus. O número "Trackers off today" sobe, e a limpeza mais recente aparece como um cartão de aviso no topo, com a quantidade de parâmetros removidos.
Você também pode clicar em History… para ver a comparação completa entre o original e o limpo.
De três jeitos:
Se você precisa que um host específico seja deixado em paz daqui em diante, use Mark host untouched na linha do histórico.
Use o Skip Next Clean. Vale uma vez e volta ao normal sozinho depois da próxima cópia. Clique na linha da tesoura no menu, ou use o Serviço do macOS Skip next clean — associe a ele o atalho ⌃⌥⌘C em Ajustes do Sistema → Teclado → Atalhos de Teclado → Serviços.
Se você se pega pulando o mesmo host toda hora, considere marcá-lo como intocado.
Clique no símbolo de pausa no menu (entre Restore e History). O ícone na barra de menus fica âmbar e o Unfurl para de mexer na área de transferência. Clique de novo para retomar. A pausa sobrevive a reinicializações — útil se você trabalha com links de afiliado.
No iOS, o Unfurl é uma extensão do Safari. Ative-a em Ajustes → Apps → Safari → Extensões → Unfurl for Safari, permita nos sites que você quiser (ou em todos) e ela remove parâmetros de rastreamento e desembrulha links AMP enquanto as páginas carregam — direto na camada de rede do Safari, então a página limpa é simplesmente o que abre.
Ela nunca lê nem altera o conteúdo das páginas, roda inteiramente no seu aparelho e não faz nenhuma requisição de rede própria. No iPhone não há barra de menus nem limpeza ao copiar — isso é coisa do Mac. Uma compra cobre os dois (Compra Universal).
Porque seguir um encurtador significa perguntar ao servidor dele para onde o link aponta — uma requisição de rede — e a extensão do iPhone, de propósito, não faz requisições próprias. Ela limpa o que dá para ler no próprio link: parâmetros de rastreamento e embrulhos AMP que carregam o destino real em texto simples. Esses não precisam de consulta nenhuma, então são tratados em toda página.
Encurtadores de verdade — bit.ly, t.co, embrulhos de clique no estilo do SendGrid — só se resolvem no servidor. Desembrulhar esses é um recurso do Mac, onde você pode ativar a resolução pela rede (desligada por padrão, Manual ou Auto, com um proxy Tor/Mullvad opcional). No iPhone, o link encurtado passa intocado em vez de ser seguido — então ele nunca quebra, só não é expandido.
O jeito de estender o Unfurl é apontá-lo para qualquer URL que sirva um conjunto de regras em JSON no formato ClearURLs. Settings → Rules → Custom source URL — cole a URL, salve, e o Unfurl a carrega no mesmo ritmo das bibliotecas de regras incluídas.
Editar padrões de host, curingas e regex dentro do app ainda não é possível — está na lista.
Um host intocado é um domínio que o Unfurl nunca modifica — toda URL desse host passa como está, com todos os parâmetros intactos. Útil para painéis de afiliado, ferramentas internas e documentos compartilhados cujos tokens parecem rastreadores.
Adicione um host a partir de qualquer linha do History, em Settings → Rules → Untouched hosts, ou clicando com o botão direito no aviso do menu.
Primeiro o conjunto de regras em camadas, depois o catálogo de provedores, depois a sua fonte personalizada (se você configurou uma). Cada passada reduz o que sobra; o resultado é o que volta para a área de transferência.
É uma segunda extensão do Safari, separada — Unfurl Cookie Banners no Mac, a linha chamada Unfurl no iPhone e no iPad — feita sobre o mecanismo de bloqueio de conteúdo da própria Apple. O Unfurl entrega ao Safari uma lista de regras de ocultação; o próprio Safari as aplica antes de a página renderizar. Nenhum script nosso roda na página, e nada do que você lê é lido de volta.
Ninguém clica, fecha ou responde o banner em seu nome. Ele simplesmente nunca aparece — então o site não recebe consentimento e, em geral, não grava cookies opcionais. As regras vêm da EasyList Cookie (de Fanboy e dos autores da EasyList, CC BY 3.0), cerca de 23.000 delas, convertidas no seu aparelho.
Mac: em Safari → Ajustes → Extensões, marque Unfurl Cookie Banners. Ela não pede acesso a nenhum site — um bloqueador de conteúdo não consegue ver as páginas. Depois, no Unfurl, Settings → Blocking mostra se o Safari está com ela ligada e deixa você desligar a ocultação por completo.
iPhone e iPad: em Ajustes → Apps → Safari → Extensões, ative Unfurl. A tela Cookie banners do app tem um botão que, com um toque, abre exatamente essa página (iOS 26.2 ou posterior) e mostra "On in Safari" assim que ela estiver ligada.
Alguns sites travam a página até o banner ser respondido — e o banner está escondido. Desligue a ocultação naquele site: clique no botão do Unfurl na barra de ferramentas do Safari (Mac) ou abra o menu da página do Safari e toque em Unfurl for Safari (iPhone, iPad), depois desligue Hide on this site e recarregue. Leva cerca de um segundo e sincroniza com seus outros aparelhos pelo iCloud.
A mesma lista fica em Settings → Blocking no Mac e na tela Cookie banners no iPhone, onde você pode digitar um site — ou colar o endereço da página; só o site é guardado — e removê-lo de novo depois.
Primeiro, duas verificações. Em Settings → Blocking (Mac) ou na tela Cookie banners (iPhone), a primeira linha deve dizer On in Safari, e a linha List deve mostrar quando o Safari carregou a lista pela última vez. Se o Safari ainda não pediu a lista, desligue e ligue Hide cookie banners — isso entrega a lista ao Safari de novo — e recarregue a página.
Só em um site, e só fora da Navegação Privada? Então o provável culpado é o interruptor por site do próprio Safari. No iPhone, o menu da página tem Desativar Bloqueadores de Conteúdo logo ao lado de Unfurl for Safari — um toque desliga todos os bloqueadores de conteúdo naquele site, e o Safari se lembra disso (o mesmo ajuste fica em Ajustes → Apps → Safari → Bloqueadores de Conteúdo). Se o menu agora diz Ativar Bloqueadores de Conteúdo, toque nele e recarregue. No Mac, fica em Safari → Ajustes → Sites → Bloqueadores de Conteúdo. Abas privadas ignoram esse ajuste por site, e é por isso que o banner some lá e não numa aba normal.
Se estiver tudo certo, o banner provavelmente não está na lista. Há duas lacunas conhecidas: sites cujo gerenciador de consentimento a EasyList Cookie trata bloqueando um script em vez de esconder um elemento (Sourcepoint — o Guardian, o FT — e CookieHub, por exemplo): o Unfurl 2.3 só esconde, não bloqueia, então esses ainda aparecem. E sites regionais que a lista ainda não alcançou. Em qualquer caso, mande o endereço para hi@unfurl.software — a gente repassa os banners que faltam para os mantenedores da EasyList Cookie, e a correção chega a todo mundo.
Não. Nada é clicado e nenhuma resposta é enviada, então, do lado do site, você é um visitante que nunca decidiu. Pelo GDPR e pela LGPD, isso significa só cookies essenciais. Alguns sites continuam perguntando a cada visita; o banner é escondido todas as vezes. O Unfurl também não finge um "rejeitar tudo" — isso seria uma resposta, e não cabe a nós dá-la.
É. O iOS lista o bloqueador de conteúdo de um app com o nome do próprio app, seja qual for o nome que a gente dê, e mostra a nossa descrição embaixo da linha ("Hides cookie-consent banners before they appear…"). A outra linha do Unfurl, Unfurl for Safari, é o limpador de links — o popup dela também traz o interruptor por site dos banners. Ative as duas.
Uma coisa: mais ou menos uma vez por dia, o Unfurl baixa a lista EasyList Cookie atual do endereço onde ela é publicada — um simples download de arquivo, que não diz nada sobre você. A conversão, as verificações no motor do próprio Safari (para que uma regra ruim nunca derrube as outras) e a ocultação em si acontecem no seu aparelho. Sua lista por site sincroniza pela sua própria conta do iCloud quando o iCloud está ligado, e fica no aparelho quando não está. O Safari nunca conta ao Unfurl quais páginas você visita, e o Unfurl nunca pergunta.
Nada. Não há contas, nem servidores, nem analytics. De fábrica, o app não faz nenhuma conexão de rede de saída. As únicas chamadas de rede são as que você mesmo liga: atualizações de regras das bibliotecas de origem e os ícones dos sites — buscados pelo serviço de ícones do DuckDuckGo, para que os sites do seu histórico nunca vejam a requisição.
Veja a página de Privacidade completa para os detalhes.
No seu Mac, dentro do contêiner isolado (sandbox) do Unfurl. Desde a 1.1, cada limpeza é salva no momento em que acontece, então a lista Recent do menu e a janela History sobrevivem a fechar o app e reiniciar. Ele nunca sai do seu Mac.
Quanto tempo guardar é você quem decide — 7, 30 ou 90 dias, ou Forever, em Settings → History. Itens mais antigos são apagados automaticamente; Clear all limpa a lista inteira com um clique.
Não. Cada instalação guarda seus próprios ajustes e histórico localmente — não há sincronização pelo iCloud, nem conta, nada compartilhado entre os seus aparelhos.
Três — dois Serviços do macOS (Copy URL with trackers e Skip next clean) mais o padrão ⌘, para abrir os Settings. Veja a tabela abaixo para as combinações.
Ainda não dá para personalizar os atalhos das ações do app (abrir o menu, restaurar, pausar etc.); está na lista. Enquanto isso, as quatro ações do app Atalhos cobrem quase tudo — veja a próxima pergunta.
Sim — quatro ações desde a 1.1: Clean URL, Restore Original, Pause Unfurl e Resume Unfurl. Todas rodam sem abrir o app.
Elas vêm como Atalhos de App, então cada uma já tem uma frase da Siri de fábrica — "Pause Unfurl" funciona em voz alta. Restore Original vale uma vez só: depois que o original volta para a área de transferência, o desfazer se esgota. Pause Unfurl continua pausado mesmo depois de reabrir o app; Resume Unfurl retoma o trabalho.
Âmbar significa que o Unfurl está pausado — por você ou porque não conseguiu acesso à área de transferência ao abrir. Clique no ícone: se aparecer "Resume", foi você que pausou. Se aparecer "Grant pasteboard access", abra Ajustes do Sistema → Privacidade e Segurança → Área de Transferência e ative o Unfurl de novo (macOS 15.4 ou posterior) — em versões anteriores, reabra o Unfurl e escolha Sempre Permitir quando for perguntado.
No macOS 14.0–15.3, o aviso de acesso à área de transferência do sistema insiste um pouco mais até você escolher Sempre Permitir — a API de permissão mais discreta que o Unfurl usa nas versões mais novas simplesmente não existe ali. Escolha Sempre Permitir uma vez e os avisos param.
No macOS 15.4 ou posterior (incluindo o Tahoe), você só vai ver o aviso uma vez.
Alguns motivos possíveis:
Escreva para hi@unfurl.software contando o que você copiou, o que foi colado e o que você esperava. Sua versão do macOS e a versão do Unfurl (Settings → About) ajudam muito. Uma pessoa de verdade lê em até um dia.
Uma lista curta — quase tudo o que o Unfurl faz é automático, então não há muito a que associar uma tecla. Dois são Serviços do macOS que você ativa em Ajustes do Sistema → Teclado → Atalhos de Teclado → Serviços; o terceiro é o atalho padrão dos ajustes.
macOS 14 Sonoma ou posterior — Sonoma, Sequoia e Tahoe —, em Apple silicon e Intel. O Unfurl usa só frameworks nativos — sem Electron, sem apps auxiliares. Os detalhes em Liquid Glass aparecem no Tahoe; nas outras versões você tem os controles padrão do macOS, sem faltar nada.
O Unfurl roda em sandbox, com proteções reforçadas (hardened runtime), e é distribuído exclusivamente pela Mac App Store. A única permissão especial que ele pede é o acesso à área de transferência. No macOS 14.0–15.3, o aviso de permissão do sistema insiste um pouco mais até você escolher Sempre Permitir — as versões mais novas têm uma API de permissão mais discreta.
Idiomas: o app está em inglês, por enquanto. Outros idiomas chegam em versões futuras.
Encerre o Unfurl pela barra de menus e depois apague-o pelo Launchpad (mantenha o ícone pressionado) ou arraste-o de /Applications para a Lixeira.
Para apagar também seus ajustes salvos, o histórico e os arquivos de regras em cache, remova o diretório do contêiner do app:
~/Library/Containers/dev.johnnywell.Unfurl/Sem central de atendimento, sem fila de chamados, sem IA no meio do caminho. Escolha o canal que preferir.
Relatos de bug com os passos para reproduzir são respondidos mais rápido. Ideias de recursos também são bem-vindas — a gente lê todas.